sexta-feira, 30 de maio de 2008

Masterclass - Flauta Transversal

Serviço
03 de junho • terça-feira
10h às 13h e 14h às 17h
Auditório 1

Inscrições: 11 2790-5900
coordenação: prof. Rogerio Wolf
Presidente da Associação Brasileira de Flautistas-ABRAF


Informações da ABRAF:
Somente associados da ABRAF, em dia com a anuidade, poderão tocar. Estes interessados deverão informar o repertório.
No dia da masterclass haverá um representante da ABRAF para atender os interessados em se associar. Estes deverão trazer duas fotos 3x4 e documento de identificação.
Ouvintes não associados pagarão R$20,00 para participar do masterclass.
Os interessados deverão chegar uma hora de antecedência para fazer a associação e pagamento.
Todos receberão um certificado de participação com carga horária de 6 horas.

Música para todos!!!


MAIS UMA VITÓRIA DA MÚSICA

Comissão da Câmara aprova por unanimidade Projeto de Lei pela volta da educação musical na educação básica.

O Projeto de Lei 2732/2008, com relatoria do Dep. Frank Aguiar, que determina a obrigatoriedade do ensino musical na educação básica, foi aprovado hoje, dia 28 de maio, ao meio-dia, por unanimidade pela Comissão da Educação, Cultura e Desporto da Câmara dos Deputados. Para ter valor de lei, falta apenas a votação na Comissão de Constituição de Justiça, o que deve acontecer entre uma semana e 15 dias. A votação foi acompanhada pelo Grupo de Articulação Parlamentar Pró-Música (GAP), que é formado por 86 entidades, como universidades, associações e cooperativas de músicos. O Projeto de Lei é fruto de uma mobilização desse grupo.
O Projeto, originado no Senado sob o número 330/2006, é de autoria de Roseana Sarney (PMDB-MA) e relatoria de Marisa Serrano (PSDB-MT). Contou também com o apoio da Comissão de Educação, através dos senadores Roberto Saturnino, Sérgio Zambiasi, Romeu Tuma, Cristóvam Buarque, Juvêncio da Fonseca e Leonel Pavan. A aprovação no Senado também foi unânime.
O ensino de música nas escolas foi retirado do currículo na década de 1970. Com seu retorno, a idéia não é formar músicos profissionais, mas sim um reconhecimento dos benefícios que esse ensino pode trazer para o desenvolvimento e a sociabilidade das crianças.
(Grupo de Articulação Parlamentar Pró Música)

Confira o texto da Relatoria clicando no link abaixo
http://www.queroeducacaomusicalnaescola.com/relatorio_frank.pdf



quinta-feira, 29 de maio de 2008

Concerto - Teatro Jardim São Paulo


Banda Sinfônica Jovem - Músicos do Futuro

Concerto - 24/06/2008 às 20h

Teatro Jardim São Paulo

Av. Leôncio de Magalhães, 382 ( a 300 metros da estação Jardim São Paulo)

Fone: (11) 2959 - 2952

Entrada Franca

APOIO - FACULDADE INTEGRAL CANTEREIRA

quarta-feira, 28 de maio de 2008

O que é Banda Sinfônica

O que é Banda Sinfônica

Resumo
As bandas sinfônicas são orquestras formadas basicamente por instrumentos de sopros e percussão. Dos instrumentos de cordas conta apenas com contrabaixos, piano e, eventualmente harpa. Além dos sopros presentes numa orquestra "tradicional" conta com naipe de saxofones e eufônios. A quantidade dos instrumentos é também diferenciada; o naipe de clarinetas, por exemplo, tem em média 12 instrumentistas, além de requintas, clarinetas alto e clarinetas baixo. O naipe de flautas pode contar com oito instrumentistas. Há um grande destaque para o naipe de percussão que usa com freqüência todo o seu efetivo, com destaque para os teclados (glokenspiel, xilofone, vibrafone e marimba). São também conhecidas como orquestras de sopros, wind orchestras, symphonic bands ou concert bands. Apesar da história da música contar com grandes formações para sopros (por exemplo, a Música Aquática, de Haendel, foi escrita originalmente para uma orquestra de instrumentos de sopros) as bandas sinfônicas solidificam sua posição entre os grupos sinfônicos a partir da primeira metade do Séc. XX, quando grandes compositores como Hindemith, Holst, Villa-Lobos, Milhaud começam a escrever repertório específico para esta formação.

Brasil, o País das Bandas

O estado de São Paulo com seus 645 municípios possui aproximadamente 427 grupos formados por instrumentos de sopros e percussão entre fanfarras, bandas marciais, musicais, militares e sinfônicas, número este que cresce ano após ano.
No entanto, é comum a expressão de dúvida estampada no rosto de leigos, diletantes, programadores e até diretores culturais ao depararem-se com o título “Banda Sinfônica”. Alguns imaginam tratar-se de erro de grafia ou edição, afinal, estamos mais que habituados às orquestras sinfônicas. Outros perguntam-se: uma banda pode ser sinfônica?
É claro que sim! Mozart, em carta a seu pai, datada de 1778, imaginava como seria glorioso o efeito de uma orquestra formada por clarinetes, flautas e oboés. Suas três Serenatas para instrumentos de sopros, K. 361, K. 375 e K. 388 podem ser consideradas as raízes do repertório para bandas sinfônicas. Mais tarde, a Revolução Francesa, com seus ideais de Liberdade, Igualdade e Fraternidade, apresenta sua contribuição: os naipes de clarinetas e flautas são ampliados melhorando a proporção entre madeiras e metais. Estes instrumentos, já populares à época, simbolizavam a presença do povo nas manifestações artísticas. Ainda na França, em 1869, Saint Saëns, autor de obras originais para banda, introduz os saxofones à formação. Finalmente, nas primeiras décadas do século XX, quando compositores como Holst, Villa-Lobos, Prokofiev, Schoenberg, Hindemith e Milhaud, escrevem obras originais para orquestras de sopros, ocorre a consolidação definitiva desta formação como meio de expressão da música sinfônica com qualidade e excelência.

Segundo o Aurélio, banda é um “conjunto de músicos (...) formado por instrumentos de sopro e percussão” e sinfônica, uma formação com grande número de instrumentistas “destinada a sinfonias, a peças para diversos instrumentos.” Juntando a estas definições um naipe de contrabaixos, piano, harpa e ampliando generosamente a percussão, teremos uma idéia do que seja uma banda sinfônica ou orquestra de sopros. Apesar da ausência das cordas – substituídas funcionalmente pelas clarinetas, flautas e saxofones – as bandas sinfônicas podem produzir desde os sons delicados e sutis de um grupo de câmara, até sonoridades mais amplas que as orquestras tradicionais, passando pela agilidade e brilho de uma jazz-band. Tamanha versatilidade é refletida em seu repertório – resultado da produção musical do século XX – podendo ser épico, glorioso, introspectivo, moderno, alegre, popular, até marcial – por conta de sua origem –, mas profundamente musical, requintado e expressivo. Tais elementos associados ao tratamento sinfônico possibilitam imediata simbiose até para o ouvinte leigo. Por isso, o fenômeno do surgimento de bandas sinfônicas cresce vertiginosamente em todo o mundo. Segundo dados da WASBE (World Association for Symphonic Bands and Ensembles), os Estados Unidos possuíam, no início do século XX, apenas bandas ligadas às forças armadas e algumas bandas comunitárias. Atualmente a totalidade das primeiras e boa parte das segundas foram transformadas em bandas sinfônicas. As escolas - que utilizam as bandas na formação musical de seus alunos - desde as equivalentes ao nosso ensino fundamental até as universidades, possuem, pelo menos, duas bandas em atividade, sendo algumas de nível profissional. Na Espanha há mais de 500 bandas sinfônicas; só na província de Valência, são 30 grupos profissionais de altíssimo nível. Todo este crescimento – que envolve profissionais da educação, músicos e professores; a fabricação e comércio de instrumentos musicais e acessórios; composição, edição e comércio de obras e métodos; CDs, vídeos e DVDs; encontros, congressos e conferências – movimenta anualmente cifras em torno de milhões de dólares.

No Brasil, o estado de São Paulo lidera o movimento em quantidade e qualidade: conta com aproximadamente 15 grupos, cujo grande destaque é a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. Com 14 anos de existência, uma vitoriosa turnê à Europa, em 1997, e inúmeros convites para participação em eventos internacionais, a BSESP firmou-se como ícone latino-americano, considerado pela WASBE um dos mais importantes organismos do gênero na atualidade. Tornou-se também referência de qualidade musical e fonte de estímulo para o crescimento do número de grupos em todo o país – ao final dos anos 80, o estado de São Paulo possuía, apenas 4 grupos. Tal crescimento nas proporções, em que vem ocorrendo, fará o Brasil ser conhecido em alguns anos como o país das bandas sinfônicas.

Artigo publicado na Revista Concerto – janeiro 2004

Sérgio Wontroba
Clarinetista
Coordenador de Comunicação
Banda Sinfônica do
Estado de São Paulo

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Arraiá Músicos do Futuro !


CLick na foto

Venha participar de nossa festa, adquira o seu convite antecipadamente!

Valor: R$ 5,00

terça-feira, 20 de maio de 2008

Músicos do Futuro - Preparando o Músico do Amanhã

Venha ser um dos nossos parceiros financeiros:
- Patrocinador Master
- Patrocinador
- Apoiador
- Colaborador

Contato - musicosdofuturo@terra.com.br
Telefone -(11)4787-8277
Itaú
Agência
- 1000
C/C - 49010-0

Parabéns - Juliana


Parabéns Juliana Brizzi pelo seu ingresso na Banda Jovem do Estado de São Paulo. Seja feliz e siga o teu caminho, pois são os votos sinceros da direção, professores e amigos da Associação Músicos do Futuro.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

1º Concurso Internacional


1º Concurso Internacional de Composição "Francisco Escudero"A competição é aberta a compositores de todas as nacionalidades e idades para peças escritas depois de 2004. A entrega de prémios terá lugar em Zarautz (País Basco) a 11 de Setembro de 2008.O objectivo da competição é a criação de repertório para estudantes de nível médio entre os 13 e 17 anos de idade. A competição tem as seguintes categorias: - Acordeão solo;- Música de câmara com acordeão;
A data limite para envio de candidaturas é o dia 1 de Setembro de 2008.Tel: (+34) 606 140 352

terça-feira, 13 de maio de 2008

Site Interativos - Alexandre Toledo


Caríssimo Alexandre Toledo.

Sentimo-nos profundamente felizes por sua parceria. Não seria exagero afirmar que um novo site construído pela sua empresa trará aos nossos alunos, patrocinadores, apoiadores, colaboradores e sociedade civil informações da vida de nossa associação e maior transparência em nossos trabalhos. Com isso, levaremos a Associação Músicos do Futuro a uma nova etapa de comunicação por meio do mundo global da navegação “Internet”.


Maestro - Edison Ferreira
Presidente Fundador - Associação Músicos do Futuro

domingo, 11 de maio de 2008


Pra você que está sempre conosco, aquele abraço cheio de carinho e desejos de felicidades...

Parabéns pelo seu aniversário Paulão.

Amigos da Associação Músicos do Futuro.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

(Entrada Franca)

03 /MAIO / 2008 - SÁBADO - 18 HORAS
SHOW: PAULO VANZOLINI

O criador dos clássicos “Volta por Cima” e “Ronda” fala de suas composições e de sua relação com o samba de São Paulo. Ana Bernardo (Voz) e Ítalo Perón (violão) interpretam seus sucessos acompanhado por regional.
O documentário “A Ciência do Bamba” (22min.) sobre vida e obra de Vanzolini, será exibido antes da apresentação.


10 /MAIO/2008 – SÁBADO - 15 HORAS
PALESTRA – “MÚSICAS QUE CANTAM SÃO PAULO” COM ASSIS ÂNGELO

O jornalista e pesquisador fala sobre a discografia de músicas feitas para a cidade de São Paulo que realiza há 18 anos. Do acervo particular (o maior sobre o tema) que formou a partir de sua pesquisa apresentará gravações raras originais, incluindo entrevistas autorais e o grupo “Os Bambas da Barra Funda” dos anos de 1920/30.


24 /MAIO / 2008 - SÁBADO – 15 HORAS
DEBATE: “De que é feito o patrimônio musical de São Paulo?”

Dentro do sentido mais amplo do termo Patrimônio, o debate discutirá elementos como: músicas, registros e artistas da cidade em diferentes concepções. Participam os compositores Paulo Vanzolini e Osvaldinho da Cuíca (que se apresentarão em maio na biblioteca), o jornalista e o pesquisador Assis Ângelo (autor da maior discografia temática sobre a cidade de São Paulo) e convidados.


31/MAIO/2008 - SÁBADO - 18 HORAS
SHOW: OSVALDINHO DA CUÍCA

Fundador da Ala dos Compositores da Vai-Vai, o mais famoso cuiqueiro do Brasil – que já gravou com Adoniran Barbosa, Orlando Silva e Paulinho da Viola – toca clássicos e conta ao público sobre as origens do samba paulista, acompanhado de Odair Menezes ao cavaquinho.

BIBLIOTECA PÚBLICA CASSIANO RICARDO – ESPAÇO ITAMAR ASSUMPÇÃO
Av. Celso Garcia , 4200 – Tatuapé – 6l92-4570 – e-mail bmcassianoricardo@yahoo.com.br



Gustav Mahler
Compositor e maestro austríaco
7-7-1860, Kalischt, Boêmia (atual Polônia)18-5-1911, Viena



Do Klick Educação



Apesar de ter sua obra reconhecida apenas nos anos 60, Mahler foi um compositor dos mais importantes. Para isso contribuíram as gravações de Leonard Bernstein, um de seus sucessores à frente da Filarmônica de Nova York, assim como biografias, escritas por Theodor W. Adorno e Otto Klemperer, publicadas na década de 60. A última contribuição para sua redescoberta foi a utilização do Adagietto de sua quinta sinfonia como parte da trilha sonora do filme Morte em Veneza, de Luchino Visconti (1970). A música de Mahler é impregnada de romantismo, mas possui novas tendências. Suas composições seguem a linha de Anton Bruckner e Beethoven. Autor quase exclusivo de lieder e sinfonias, suas canções orquestrais inspiraram-se em textos de Friedrich Rückert (Canções das Crianças Mortas, 1904), em seus próprios versos (Canções de um Viandante, 1885) e em textos extraídos para Des Knaben Wunderhorn (1883). Compôs dez sinfonias, sendo que a última foi completada por Deryck Cooke, um investigador britânico, em 1964. As quatro primeiras sinfonias tinham canções populares para interpretação de solistas ou coro. A quinta, sexta e sétima são instrumentais. A estréia, em 1910, da oitava Sinfonia dos Mil, dirigida por ele mesmo, precisou de dois coros e um terceiro de vozes brancas, oito vozes solistas, órgão e orquestra. Não pôde assistir à estréia de sua nona sinfonia, a que melhor reflete a transição para um novo conceito de música. Mahler foi um apreciado intérprete de obras clássicas. Trabalhando como diretor artístico da Ópera da corte imperial e como diretor da Filarmônica de Nova York, sua atividade caracterizou-se por disciplina, pela construção de um magnífico conjunto coral e por uma direção revolucionária; Mahler trouxe uma nova idade de ouro ao classicismo vienense. Em 1907, abandonou Viena para se instalar em Nova York.

terça-feira, 6 de maio de 2008


A conceituação de solidariedade depende da visão de mundo de cada um de nós: às vezes, a solidariedade é entendida apenas como ajuda eventual a alguém que dela necessita. Para nós da Associação Músicos do Futuro, a verdadeira solidariedade é aquela que permite ao ser humano superar suas próprias limitações, abrindo o caminho para seu desenvolvimento integral: sua saúde, sua educação, seu trabalho, a geração autônoma dos recursos de que necessita e o usufruto de sua felicidade. Essa é a solidariedade ativa, é a mão que desejamos estender aos nossos semelhantes e aos alunos do projeto.


Muitíssimo obrigado - Abigail Wimer e suas irmãs, a Associação João Meinberg de Ensino de São Paulo mantenedora dos Colégios Jardim São Paulo, Teatro Jardim São Paulo e Faculdade Integral Cantareira representada pelo diretor geral profº. Paulo Meinberg e ao grupo de teatro Veteranos do CJSP. A todos o nosso profundo respeito e admiração pelo carinho prestado e a alimentação doada.

A direção – Associação Músicos do Futuro